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10 alimentos que ajudam a aliviar a cólica

Descubra como - e quais - alimentos podem reduzir as dores durante a menstruação.

Por Neuza em 02/06/2022 às 07:39

A cólica menstrual pode ser uma grande vilã na vida de muitas mulheres. Embora os sintomas possam ser sutis para algumas, outras sentem dores intensas que as impedem de realizar tarefas do dia a dia, até mesmo uma caminhada leve. Nessa hora, toda ajuda é bem-vinda. A boa notícia é que há alimentos que ajudam na cólica, reduzindo os seus sintomas. A seguir, você conhece dez deles.  

Foto: Karolina Grabowska/Pexels / Boa Forma

O QUE COMEMOS PODE INFLUENCIAR AS DORES DA CÓLICA MENSTRUAL?

Sim! De acordo com a nutricionista Juliana Gropp, a cólica menstrual (ou dismenorreia) pode ser causada pelo desequilíbrio entre substâncias inflamatórias e anti-inflamatórias no organismo, por isso alguns alimentos são capazes de ajudar ou piorar os seus sintomas.

"Uma das explicações para a dor acontecer é que a camada interna do útero libera substâncias (prostaglandinas e leucotrienos) que provocam a contração uterina, no final do ciclo menstrual, quando se desfaz e é eliminada. E, assim como acontece com qualquer tipo de dor, se houver aumento de substâncias pró-inflamatórias, a cólica pode ser mais intensa", explica a especialista. 

Logo, manter uma alimentação anti-inflamatória pode ajudar a diminuir as dores causadas pela cólica. 

QUAIS ALIMENTOS APOSTAR?

Para um efeito anti-inflamatório, a orientação da nutricionista é apostar em alimentos ricos em compostos bioativos, gorduras boas, vitaminas e minerais antioxidantes. Além de fibras, que auxiliam na manutenção de uma boa saúde intestinal, indispensável para o controle da inflamação.

"Existem nutrientes e compostos bioativos que podem modular a produção de prostaglandinas e reduzir a contração muscular - uma vez que as cólicas acontecem devido à contração uterina para expelir o endométrio, nutrientes que provocam relaxamento muscular podem diminuir a dor", acrescenta.

O QUE ESSES ALIMENTOS TÊM QUE REDUZEM OS SINTOMAS DA CÓLICA?

Juliana Gropp listou dez alimentos que ajudam na cólica, que apresentaremos em breve. Antes, ela explica o que esses alimentos têm em suas composições para serem bons aliados na redução das dores. 

Cálcio e Magnésio

Esses são minerais envolvidos na contração muscular. "O cálcio regula a capacidade das células musculares de responderem a estímulos nervosos. Níveis baixos de cálcio podem levar a espasmos e contrações da musculatura, inclusive uterina", explica a nutricionista.

Sim! De acordo com a nutricionista Juliana Gropp, a cólica menstrual (ou dismenorreia) pode ser causada pelo desequilíbrio entre substâncias inflamatórias e anti-inflamatórias no organismo, por isso alguns alimentos são capazes de ajudar ou piorar os seus sintomas.

"Uma das explicações para a dor acontecer é que a camada interna do útero libera substâncias (prostaglandinas e leucotrienos) que provocam a contração uterina, no final do ciclo menstrual, quando se desfaz e é eliminada. E, assim como acontece com qualquer tipo de dor, se houver aumento de substâncias pró-inflamatórias, a cólica pode ser mais intensa", explica a especialista. 

Logo, manter uma alimentação anti-inflamatória pode ajudar a diminuir as dores causadas pela cólica. 

QUAIS ALIMENTOS APOSTAR?

Para um efeito anti-inflamatório, a orientação da nutricionista é apostar em alimentos ricos em compostos bioativos, gorduras boas, vitaminas e minerais antioxidantes. Além de fibras, que auxiliam na manutenção de uma boa saúde intestinal, indispensável para o controle da inflamação.

"Existem nutrientes e compostos bioativos que podem modular a produção de prostaglandinas e reduzir a contração muscular - uma vez que as cólicas acontecem devido à contração uterina para expelir o endométrio, nutrientes que provocam relaxamento muscular podem diminuir a dor", acrescenta.

O QUE ESSES ALIMENTOS TÊM QUE REDUZEM OS SINTOMAS DA CÓLICA?

Juliana Gropp listou dez alimentos que ajudam na cólica, que apresentaremos em breve. Antes, ela explica o que esses alimentos têm em suas composições para serem bons aliados na redução das dores. 

Cálcio e Magnésio

Esses são minerais envolvidos na contração muscular. "O cálcio regula a capacidade das células musculares de responderem a estímulos nervosos. Níveis baixos de cálcio podem levar a espasmos e contrações da musculatura, inclusive uterina", explica a nutricionista.

Uma das melhores fontes de magnésio da natureza: meia xícara contém 41% das recomendações diárias deste mineral. "Fica deliciosa como aperitivo, salpicada na salada ou na sopa", afirma Juliana. 

Dica: prefira a semente sem sal.

Foto: Pixabay/Pexels / Boa Forma

3. Chocolate amargo

Mais um alimento que fornece uma boa quantidade de magnésio. E tem mais: o cacau é rico em antioxidantes. 

"Você pode procurar boas marcas de chocolates, com a maior concentração de cacau possível ( acima de 70%) e sem emulsificantes ou aromatizantes em sua composição. Ainda pode usar o cacau em receitas, como panqueca ou bolo de banana sem açúcar", sugere. 

Foto: Pixabay/Pexels / Boa Forma

4. Frutas cítricas

São fontes de hesperidina, diosmina e outros flavonoides com efeito anti-inflamatório, além da vitamina C, um importante antioxidante. 

"É mais interessante comer a fruta toda, como laranja ou tangerina, mas você também pode consumir o suco do limão ou utilizá-lo como tempero", aponta Juliana.

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Foto: Malidate Van/Pexels / Boa Forma
5. Peixes

Para garantir uma boa ingestão de ômega 3, procure incluir mais peixes ricos nestes ácidos graxos, como salmão, sardinha, arenque e atum. "Prefira peixes frescos e mantenha seu consumo pelo menos duas vezes por semana", orienta.

6. Gengibre

O gengibre é anti-inflamatório muito potente e possui efeito analgésico, graças ao seu composto chamado gingerol. 

"Ele pode ser incorporado à dieta na forma de chá, como um ingrediente de suco verde (misturado às folhas escuras e frutas cítricas) e fica muito refrescante quando adicionado à água de coco geladinha", afirma a nutricionista.